
Vício em celular em crianças: sintomas e como ajudar seu filho
O celular faz parte da rotina de muitas famílias. Hoje, crianças utilizam dispositivos eletrônicos para assistir vídeos, jogar, estudar, conversar e acessar diferentes conteúdos.

O celular faz parte da rotina de muitas famílias. Hoje, crianças utilizam dispositivos eletrônicos para assistir vídeos, jogar, estudar, conversar e acessar diferentes conteúdos.

A adolescência é uma fase marcada por muitas transformações. O corpo muda, a forma de pensar evolui, novas responsabilidades aparecem e o jovem começa a construir sua própria identidade.

A infância é uma fase marcada por descobertas, desenvolvimento emocional e construção da personalidade. Porém, assim como adultos, crianças também podem enfrentar períodos de sofrimento emocional que precisam de atenção.

A adolescência é uma fase marcada por muitas mudanças. É nesse período que o jovem começa a construir sua identidade, fortalecer amizades, lidar com novas responsabilidades e buscar mais independência.

A ansiedade faz parte da vida e pode aparecer antes de momentos importantes, decisões difíceis, mudanças ou situações de pressão. Em alguns casos, ela funciona como um sinal de alerta natural do corpo. No entanto, quando a ansiedade se torna frequente, intensa e começa a prejudicar a rotina, ela pode estar relacionada a um transtorno de ansiedade.

Sentir ansiedade em alguns momentos da vida é algo comum. Ela pode aparecer antes de uma prova, entrevista, decisão importante, problema familiar ou situação de pressão. Mas, quando a ansiedade cresce de forma intensa e parece sair do controle, a pessoa pode vivenciar uma crise.

Ter dificuldade para se concentrar, esquecer compromissos, procrastinar tarefas ou sentir a mente acelerada pode gerar uma dúvida comum em muitos adultos: será que eu tenho TDAH ou déficit de atenção?

Algumas pessoas autistas passam anos tentando se adaptar a ambientes sociais, escondendo desconfortos, imitando comportamentos e controlando suas reações para parecerem “adequadas” aos olhos dos outros. Esse esforço é conhecido como masking no autismo, ou camuflagem social.

Muitas pessoas passam a vida inteira se sentindo diferentes, mas sem entender exatamente o motivo. Podem ter dificuldade em interações sociais, precisar de muita previsibilidade, sentir desconforto intenso em ambientes barulhentos ou se cansar mais do que os outros depois de situações sociais.

O autismo costuma ser associado à infância, mas muitas pessoas chegam à vida adulta sem diagnóstico. Em alguns casos, o adulto sempre percebeu que se sentia diferente nas relações sociais, tinha dificuldade em lidar com mudanças, precisava de muita previsibilidade ou se sentia sobrecarregado em ambientes com muitos estímulos.

Receber a suspeita de autismo em uma criança costuma gerar muitas dúvidas, inseguranças e até medo nos pais. É comum que a família perceba alguns sinais no comportamento, na fala ou na interação social, mas não saiba exatamente o que eles significam.

Dificuldade de concentração, mente acelerada, inquietação, esquecimento, procrastinação e sensação constante de sobrecarga podem aparecer tanto no TDAH quanto na ansiedade. Por isso, muitos adultos ficam em dúvida: será TDAH ou ansiedade?

O TDAH costuma ser associado à infância, mas muitas pessoas chegam à vida adulta sem saber que convivem com o transtorno há anos. Em alguns casos, o adulto sempre se considerou “desorganizado”, “distraído”, “impulsivo” ou “incapaz de terminar o que começa”, sem entender que essas dificuldades poderiam estar relacionadas ao TDAH.

Perceber diferenças no desenvolvimento de uma criança pode gerar muitas dúvidas para os pais. Algumas crianças demoram mais para falar, preferem brincar sozinhas, não respondem sempre quando chamadas ou demonstram resistência a mudanças na rotina.

Muitas famílias chegam ao consultório com uma dúvida comum: será TDAH ou autismo? Essa pergunta costuma surgir quando a criança apresenta dificuldade de atenção, agitação, impulsividade, dificuldade de socialização, resistência a mudanças ou comportamentos repetitivos.